Vacinas e seus efeitos colaterais

 Em Geral
Campanha 2018

Vacinação

Movimento dos pais contra as vacinas

Na atualidade um movimento de pais e mães está crescendo em todo o mundo questionando como nunca antes a eficácia e os efeitos adversos das vacinas sobre a saúde de seus filhos

Vacinação contra gripe no Paraná 2018

A Secretaria de Saúde do Estado iniciará nesta 2ª feira, dia 23 de abril a Campanha de vacinação contra a Influenza de 2018.

A estimativa é a de que 3,2 milhões de paranaenses obtenham a imunização contra a gripe deste ano, cobrindo assim 90% da população.

Serão vacinadas pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 4 anos bem como gestantes e puérperas até 45 dias após o parto, portadores de doenças crônicas, penitenciários e professores em geral. A vacina demora em torno de 15 dias para estabelecer a imunidade.

Vacinas são seguras?

As vacinas de modo geral são consideradas eficazes e seguras pelos órgãos de saúde oficiais, mas na realidade as indústrias farmacêuticas que as produzem pouco investem na investigação dos possíveis efeitos colaterais e adversos de curto ou longo prazo sobre a saúde dos vacinados.

A Homeopatia e as Vacinas

Dr. Tinus Smits, médico homeopata holandês revela em seu livro “Autism beyond despair” um longo histórico de casos de crianças que foram seriamente afetadas pelos efeitos adversos das vacinas infantis.

Entre as doenças citadas em sua casuística constam: Autismo, TDAH (Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), epilepsia, asma, eczema e transtornos comportamentais e de desenvolvimento infantil.

Segundo o Dr. Tinus as vacinas contém Hidróxido de alumínio, Formaldeido e as vezes Mercúrio (*além dos vírus e bactérias) que estariam também ligados ao desenvolvimento destas doenças principalmente em crianças cuja capacidade de detoxificação (eliminação de produtos tóxicos do organismo) de metais estivesse enfraquecida (deficiência do sistema de Metalotioneínas).

Tratamento homeopático dos efeitos colaterais das vacinas

Como homeopata em Curitiba não sou

contra que os pais vacinem seus filhos pois creio que se deve procurar imunidade contra doenças graves como poliomielite, tétano, meningite, febre amarela e hepatite B entre outras, no entanto deve-se mais do que nunca tratar preventivamente contra tais efeitos colaterais e a Homeopatia oferece recurso para tal propósito. Existe um protocolo chamado CEASE THERAPY que visa o tratamento homeopático de doenças provocadas pela vacinação, e que requer um seguimento especializado através

da Homeopatia por um determinado tempo a fim de sanar tais problemas.

sim como o Ministério da Saúde recomenda e praticamente impõe a vacinação, eu como homeopata recomendo o recurso da Homeopatia e medicina natural almejando a prevenção e o tratamento das complicações das vacinas, com os quais muitas vezes se obtém resultados surpreendentes. Homeopatia X Vacinação? Sim, há esperança!

 

Esclarecimento

A Homeopatia se vale de remédios naturais para obtenção do alívio d

e diversas doenças cujos remédios deverão ser selecionados de acordo com a técnica da Homeopatia que individualiza cada caso (Veja exemplo de individualização de caso neste link).

Assim sendo para uma determinada doença (ex. gastrite) será receitada a homeopatia Lycopodium, para outra Chamomilla, para uma terceira Colocynthis e assim por diante de acordo com os sintomas individuais de cada uma.

Portanto, se você ouviu que Chamomilla foi útil para a doença de sua vizinha isso não significa que o mesmo remédio homeopático será útil também para você, apesar de padecer da mesma doença, pois vai depender das peculiaridades individuais de seu caso. Você deverá consultar um médico homeopata em Curitiba ou cidade onde reside para eleger o(s) remédio(s) mais apropriado para o seu caso.

A homeopatia, técnica terapêutica baseada na semelhança de sintomas, foi descoberta por Samuel Hahnemann há mais de 2 séculos e vem sendo utilizada em larga escala em todo mundo, sendo reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil como especialidade médica desde 1980 através da Resolução CFM no 1000/80

 

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