Cistite e Bacteriúria assintomática – qual a diferença e como devem ser tratadas

 Em Geral

 

A urina normal é estéril, ou seja, não apresenta bactérias; porém pode ser um meio adequado ao crescimento das mesmas quando a resistência orgânica às infecções está comprometida.

Isso pode acontecer especialmente em quem é portador de doenças de causa imunológica com por exemplo AIDS, em pessoas que usam imunossupressores durante tratamento de controle de rejeição de enxertos ou transplantes, em diabéticos, e ainda é mais comum nas mulheres sem estas doenças devido ao fator anatômico.

Este crescimento ou proliferação de bactérias na urina pode assumir três formas:

1. Cistite (inflamação da bexiga) – é quando a presença das bactérias provoca inflamação da bexiga e causa sintomas tais como dor ao urinar, frequência aumentada das micções, ardência na uretra e urina fétida e turva.

2. Pielonefrite (inflamação do rim) – é quando ocorre dor em região lombar alta, febre e alterações urinárias devido ao processo inflamatório dos rins que muitas vezes pode necessitar de internamento hospitalar devido a gravidade que pode assumir em alguns casos.

3. Bacteriúria assintomática – É a mera presença de bactérias na urina sem sintomas.

Enquanto as duas primeiras formas (cistite e pielonefrite) devem ser tratadas devido aos riscos de complicações dos órgãos comprometidos ou mesmo de infecção generalizada (sepse), a forma chamada de Bacteriúria assintomática só será tratada quando ocorrer em mulheres grávidas ou em pacientes que vão necessitar cateterismo das vias urinárias para investigações diagnósticas ou procedimentos especializados.

Se for um idoso com bacteriúria maior atenção deve ser tomada pois se surgem sintomas tais como calafrios, alterações do nível de consciência ou febre, uma infecção de graves proporções pode estar tomando lugar e o médico deverá ser avisado o mais rápido possível.

A cistite na mulher

 

As mulheres são as mais afetadas pelas cistites pois devido ao fator anatômico (curta distância da uretra) são mais sujeitas a desenvolver a infecção. E muitas delas acabam sofrendo destas infecções repetidas por meses ou anos, o que requer investigação diagnóstica mais apurada as vezes através de ultrassom ou exames de imagem com uso de contrastes.

 

O drama pode ser tão grande que a medicina tradicional (alopatia) recomenda o uso de antibióticos semanalmente por uso prolongado, o que pode criar bactérias ultra-resistentes trazendo maior dificuldade de controlar a doença e assim complicando ainda mais a situação.

Dentro da especialidade da Homeopatia o tratamento das infecções urinárias se faz através de recursos naturais por intermédio do Principio da Semelhança segundo o qual os sintomas que uma substância medicamentosa causa em “dose próxima da tóxica” ela também é capaz de curar quando dinamizada (processo laboratorial de produção dos remédios homeopáticos).

Deste modo se consegue otimizar a resistência orgânica do doente.

 

Além disso associamos a Isoterapia que é uma espécie de “vacina” contra a bactéria específica causadora da infecção, isso se obtém após a solicitação de exames de urina do paciente e por estes meios se consegue evitar as infecções repetidas bem como evita-se o uso de antibióticos e seus efeitos colaterais.

 

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