Asma, bronquite e bronquite asmática – qual é a diferença?

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Com a chegada do inverno o surgimento de tosse, falta de ar e expectoração podem estar revelando bronquite ou mesmo asma.

 

O que é Bronquite?

A bronquite é uma infecção nos brônquios localizada nos pulmões. Esta infecção pode ser viral ou bacteriana ou ainda provocada pelo hábito de fumar ou por inalação de produtos tóxicos.  Seus principais sintomas são tosse e expectoração que pode durar em torno de 5 dias ou mais. A bronquite pode ser aguda ou crônica. A forma aguda dura apenas de uma a três semanas enquanto que a crônica está presente como “doença pulmonar obstrutiva crônica” e caracteriza-se por tosse com mais de três meses de duração por pelo menos dois anos seguidos, comum nos fumantes de longo prazo.

Os brônquios são canalículos que levam o ar para dentro dos pulmões. Na bronquite a mucosa interior dos mesmos está inflamada o que provoca produção abundante de secreção dentro das vias aéreas, dificultando a respiração e causando tosse como uma tentativa do organismo de eliminar a secreção em excesso. Devido à redução do calibre dos brônquios a entrada de oxigênio no organismo fica prejudicada e o doente sente falta de ar.

“Bronquite asmática” é apenas uma forma de se referir a uma bronquite na qual se detecta a presença de sibilos (“chio de peito”) devido ao estreitamento dos brônquios. No entanto esta forma de bronquite não é asma.

 

Asma

 

A asma embora possa conter sintomas como os de uma bronquite (tosse e expectoração) na verdade é uma doença crônica que possui um fator desencadeante mais profundo como por causa psicossomática, genética ou alérgica.

 

Sendo assim é uma doença crônica que se manifestará continuamente com períodos mais discretos ou mais intensos de seus sintomas na dependência do controle terapêutico ao qual o paciente esteja submetido. A asma sempre apresenta sibilos em sua manifestação e muitas vezes deve ser atendida em ambiente hospitalar para realização de nebulizações ou mesmo medicação endovenosa nos casos mais graves. Nestes casos mais graves a obstrução dos brônquios pode ser tão intensa que desaparecem os sibilos. Esta condição é chamada de “estado de mal asmático” e necessita atendimento urgente em ambiente hospitalar.

 

Causas de asma

Na maioria das vezes a resposta alérgica é a causadora da manifestação asmática Este Processo alérgico pode ser desencadeado por vírus, ácaros, pelos de animais, poeira e outros na dependência da sensibilidade individual de cada pessoa.

As infecções como resfriado e sinusite, gripe, mudança de tempo, inalação de gases tóxicos ou fumaça, certos tipos de medicamentos, refluxo gastroesofágico e alergias estão entre os principais desencadeadores do ataque de asma.

 

Identifique a crise de asma

Quando você se deparar com alguém que esteja apresentando sintomas respiratórios que progridem rapidamente ou ao longo do tempo com falta de ar, tosse seca, chio de peito e dificuldade para falar fique atento e procure um médico para realizar diagnóstico e tratamento adequados.

 

Tratamento da asma e da bronquite

 Através da medicina convencional se faz com uso de anti-inflamatórios sendo a inalação com corticoides a mais comum ou ainda pelo uso de medicamentos broncodilatadores  e/ou imunomoduladores.  No entanto a asma como doença crônica não desaparece com o tratamento tradicional. Assim sendo a homeopatia tem apresentado excelentes resultados na condução desses casos, proporcionando cura efetiva e de longa duração, desprovida de efeitos colaterais e de baixo custo tanto em crianças como em adultos.

 

Como é o tratamento homeopático do doente com asma?

Geralmente o doente com asma vem utilizando medicamentos como corticoides e broncodilatadores há muito tempo e que causam certa dependência, sendo assim esses medicamentos não podem ser retirados abruptamente durante o tratamento homeopático pois essa retirada brusca pode provocar “efeito rebote” dos sintomas pela abstinência medicamentosa, principalmente da falta de ar.

Na medida em que o paciente através do tratamento homeopático vem demonstrando melhora poderá diminuir progressivamente os medicamentos tradicionais até sua interrupção. O tempo para apresentar essa melhoria varia muito dependendo da reação individual de cada um, mas de modo geral observamos respostas favoráveis no prazo de um a doze meses após o início do tratamento.

Comece seu tratamento o mais breve possível!

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